sexta-feira, 18 de março de 2011

Entre Lobos e Demonios

Cap. 1
Lua Cheia

Mais uma vez John acorda assustado, mais uma vez o mesmo pesadelo. Olha para o relógio e percebe que cada vez mais seus pesadelos são constantes, ele se levanta da cama e pisa no "livro antigo", um livro que deu esse nome por causa de suas escrituras de uma língua morta e consideravelmente pelo seu estado. Ao se agachar sente uma Aura estranha e estava perto, talvez até atrás dele, rapidamente se levanta e vira com um soco que atravessa o ar como um praticante de artes marciais. Um leve sorriso surge em seu pálido rosto e murmura palavras que quase insistem em não sair de sua boca: - Es... Estou ficando Louco... É talvez...

John resolve sair para distrair, era auge da lua cheia e já eram quase 3 horas da manhã, a hora perfeita para uma boa caminhada. John diferente das pessoas que convivia, sempre pensava em algo melhor do que: - Viver bem, ter um bom emprego, ganhar dinheiro uma fami... uma família

Ele sente o gosto amargo e frio da solidão, que parecia ser mais tenebrosa do que a "Floresta dos Elfos" e aquela noite clareada levemente com o Luar. O jovem olha para o alto e agradece tudo que recebeu, e agradece as pessoas que talvez foram seus pais, as pessoas quem lhe deixou uma casa a alguns quilômetros da cidade, longe daquele caos, chamado Londres.


Vagando pela noite, percebe uma inquietação nos arbustos, a coruja se calara e os grilos também, ele já tinha percebido que não estava só aquela noite, sabia que estava ali, mas não sabia exatamente o que era, e o tal ser também percebeu que John tinha notado sua presença.

Quebrando o gelo uma pessoa gritou:
- Está aqui! Está aqui !

Uma massa de pura escuridão se formava ao lado esquerdo de John, e um tiro quase ensurdecedor vara sua mente. O ar fica pesado e ele que já pretendia lutar com medo, agora só pensava em correr ou descobrir o que era aquilo antes que sumisse ou o atacasse. Agora o que já era negro, agora tinha olhos, vermelho rubi penetrava os olhos de John, e percebeu, que não conseguia se mexer, estava paralisado. O Medo o tomava.

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